quinta-feira, 26 de junho de 2008

Sem nome!

Eles combinaram que quando um estivesse sendo chato, avisaria ao outro.
Ela é tão cismada, que de vez em quando bate a neura que está sendo chata.
Mas logo percebe que não.

E o que fazer com algumas vontades e com a saudade sem ser chata? nem invadir?



Se eu queria enlouquecer essa é a minha chance
É tudo que eu quis
Se eu queria enlouquecer
...

4 comentários:

Marcelo Martins disse...

Eis uma questão que me assombra também...
Como suprir as nossas necessidades afetivas sem sermos chatos ou invasivos?
Acho que tudo depende apenas de alguma sensibilidade e sintonia com nosso parceiro.
Mas nem sempre conseguimos distinguir o chato do carinho e afeto.
É uma questão complicada e a linha que separa essas coisas é muito tênue para enxergarmos com tanta clareza.

Beijinhos

Vanessa disse...

Pois é sem sermos chatos e ainda por cima, tomar cuidado pra não parecer exigente demais, alguém que tá querendo muito.
É dificil saber quando parar, quando reduzir, aumentar o volume da intensidade na relação pra não ficar sendo uma pessoa incômoda.
Acredito que isso vamos aprimorando com o tempo...aprendendo a beber e a dá as doses certas.
Beijos...

Jenna Rink disse...

Vi teu comment no blog a respeito do livro Pollyana.

E vou te confessar um segredo: Este é meu apelido até hoje entre amigas...ahahahahahaha

Beijo

.Intense. disse...

Taí uma coisa que eu sempre quis saber de vc...rs...onde e como funciona essa 'linha tenuê'...sem que vc se atrapalhe as vezes.

;)

;*

Moça, vc foi um anjo no meu dia hoje. Confesso que fiquei meio chorosa depois do post indicado, pq me fez pensar, mas foi ótimo ótimo ótimo...e já falei com a dona, que me autorizou a postá-lo...

;)

;*